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14/08/2017

Resenha | Uma irmã no Oeste- Angela K. West

COMPRA | SINOPSE
Estamos partindo a Marsh Creek, uma cidade do interior, no Oeste, com uma população de 107 habitantes. Se quiser nos acompanhar, meu caro leitor, tome seu assento no trem. E antes de decidir, saiba que voltaremos alguns séculos atrás. Com uma linguagem simples, objetiva e cativante, narro-lhe esta aventura. Nossa protagonista é uma moça criada sob a rudeza de seu pai e com princípios cujos quais ela se recusa deixar.

Sybil Corrigan, uma moça da cidade de Nova York, igual que sua irmã Fanny, está partindo para um lugar pacato ao encontro de seu noivo, Adam Stewart, irmão do marido da sua irmã. A moça, ao chegar, fica meio desconfortável, pensando por que estava ali. Mas não podia voltar pro pequeno apartamento de Nova York, pois brigou com o pai, um homem egoísta e que não dava amor às filhas. Pensando bem, Sybil resolveu que seria melhor ficar e ver no que daria seu relacionamento com o charmoso, mas rude, Adam. 

No começo, tudo é difícil para a pobre jovem, até os gritos dos coiotes, pumas ou lobos ao longe a faz acordar sobressaltada pela noite. 
“O que foi isso?”
“Um coiote”, respondeu Adam, sem levantar o olhar. “Às vezes ouvimos lobos. Às vezes, pumas. Esses gritam como uma mulher.”
“Agora você está tentando me assustar!”
“Tudo parece assustar você.”

Adam foi obrigado a dormir no celeiro, pois os princípios que preserva Sybil a impede de dormir no mesmo, e único, quarto que seu noivo. Pra ele, o que pode causar estranhamento em você, já que é nas cidades do interior que vemos esse tipo de atitude de Sybil, é normal dormir no mesmo quarto que sua noiva, pois vão se casar em breve, pelo menos Adam pensa assim.

De cara feia, ele vai dormir no celeiro e apesar de Sybil deixar a casa que Adam construiu pra eles dois após se casarem estar sempre limpa, sua roupa lavada e sua barriga cheia, ela se fecha pra ele. Sempre fica na dúvida entre voltar pra casa e enfrentar a fúria do pai ou ficar e se casar com um desconhecido. E algo grave acontece e é como o estopim da história destes dois. É nesse momento que Sybil toma sua decisão Qual decisão? Isso deixo pra que você descubra por si só.

[Mirelle falando aqui, hahaha: O conto é bem rapidinho, bem engraçado em algumas partes e tem um final bem lindo, mas achei a escrita da autora um pouco superficial demais, mas vale a pena a leitura pra quem busca algo rápido e simples.]

Classificação:
Autora: Angela K. West
Páginas: 26

25/07/2017

Resenha | Perto do Fim- Rosa Mattos

SINOPSE | COMPRA

Olá, querido leitor. Me chamo Jeff Weber, tenho 32 anos, sou advogado e gostaria de compartilhar com você um pouco da minha história. Ela é narrada de forma objetiva, clara e precisa, mas às vezes essa objetividade é quebrada por um olhar curioso que observa e absorve os encantos da natureza e das pessoas, principalmente de minha amada Valentina.


Minha vida, a princípio, pode parecer-lhe amargurada, e você está certo. Desde que minha filha e minha esposa se foram, já não pensava mais em viver. Perdi os motivos, a vida perdeu o brilho e já não via mais em cores, para mim o mundo era preto e branco. De um homem feliz, com uma família linda, passei a ser uma pessoa sombria. Ainda pra piorar, nem podia contar com o apoio de minha querida mãe, pois ela se foi quando eu era bem jovem e meu pai, Milton Weber, é um homem de poucas palavras e não demonstrava nenhum afeto por mim, pelo menos não de forma explícita. As únicas pessoas que pareciam se importar comigo era Adélia e Joel, ambos trabalham pra mim desde que me casei com Sylvia, minha falecida esposa. Além deles, tenho dois amigos com quem sempre desabafo, Ângelo e Manuela, e a amizade deles era uma âncora nesse mar de trevas que vivia. Uma vez Ângelo me disse:
"-Se a sua história é triste e você não vê nenhum motivo para se alegrar com ela, volte sua atenção para outras histórias e tire delas a alegria que falta na sua."

E foi o que fui fazendo aos poucos, mesmo sem perceber. 

Certo domingo, um pouquinho antes do anoitecer e o céu escurecendo por causa das nuvens pesadas querendo desabar, ouvi um grito vindo do bosque localizado perto do residencial onde vivo. Sem pensar, e descalço, saí correndo ao encontro do pedido de socorro e quando me aproximei vi uma cena que me deixou furioso, um homem estava tentando atacar uma moça. Com minha chegada, ele foi embora, mas o que eu não sabia era que a partir desse momento a minha vida ia mudar.

Valentina é uma jovem de 22 anos, estava em Porto Alegre para visitar seus tios. Aos poucos fomos nos aproximando e percebi o quanto tínhamos em comum. Valentina, apesar das dores do passado, foi alguém que me fez querer viver de novo e quando estava com ela minha vida se coloria e o riso saia fácil.

Comecei a receber ameaças de seu agressor e não conseguia entender por que. Pra mim, tê-la livrado de suas mãos não era motivo suficiente para ele ir aos túmulos de quem eu mais amo e destruir as tulipas  que todos os domingos eu depositava lá, em um constante ritual. Isso era cruel demais e quanto mais eu pensava sobre o assunto, menos entendia o que poderia motivar esse homem a agir assim, me mandando mensagens de deboche. 

Minha vida, meu amigo leitor, está cheia de surpresas, boas e ruins. Quando você pensar que o final é previsível, é aí que você se se enganará. A narrativa é plana em quase toda a história, mas a surpresa está reservada pra o final. Pode acreditar em mim, até eu fiquei estupefato com o que aconteceu. Quando pensei que poderia levar uma vida normal com Valentina, algo ocorreu. O que seria? Não posso lhe revelar tudo, ou então lhe tomaria muito tempo, mas lhe garanto que o cara que tentou agredir Valentina tem muito a ver com os acontecimentos da minha vida, mais do que eu sabia e mais do que você imaginará.

[Gente, abrindo esse espaço pra agradecer a Rosa mais uma vez por ter confiado em mim pra ler seu livro. Já havia lido um livro seu, "O medo de Virgília", e amei. E o Perto do Fim foi igualmente uma surpresa agradável! Os personagens que a autora criou são personagens humanos, sabe?! Poderia ser qualquer um de nós, e isso nos conecta ao livro mais facilmente. A escrita da Rosa é muito cativante, a diagramação do livro está maravilhosa e o detalhe nos capítulos é um amor, deixa o livro ainda mais lindo. Recomendo demais a leitura]

Compra: AQUI! Vocês também podem encontrá-lo no Submarino, Walmart, Mercado Livre e, em e-book, na Amazon.
Classificação:
Autora: Rosa Mattos
Editora: Selo Jovem
Ano: 2017
Páginas: 246

16/07/2017

Vida Cristã | Cristo está em nós - Mirelle Almeida

Foto autoral. Porto de Puta del Este, Uruguai.
Há dias que acordamos cheios de indagações. Em tudo colocamos um "por que?", mas parece que a resposta é silêncio. Deus parece silenciar. Abrimos a Bíblia, lemos vários salmos que dizem "clamei ao Senhor e ele me respondeu" e nos perguntamos: será que estou clamando do jeito certo? E há uma maneira correta de orar? Nos ajoelhamos e oramos mais uma vez, e mais uma vez, e mais uma vez, mas nada acontece, o silêncio permanece. Choramos, ficamos desesperados, esperneamos, mas nada resolve. Cadê o milagre?, nos perguntamos. O mar está revolto e não entendemos nada. Jesus não disse que deveríamos pescar? Mas como se não vemos o Mestre na proa do nosso barco acalmando a tempestade, ou andando por sobre as águas ou, pelo menos, dormindo? 

E é quando paramos de indagar que nos damos conta que é preciso estar em silêncio e olhar e ver as coisas que Deus quer nos mostrar. Olhamos e então percebemos um Deus incapaz de ser compreendido, de ser respondido. No silêncio escutamos a assombrosa voz de Deus através da sua obra, coisa que não percebíamos enquanto estávamos em uma busca constante por encontrá-la. Porque ela estava ali, em tudo, e quanto mais a buscávamos, mais a perdíamos porque a única maneira de escutá-la era ficando calado. E é exatamente nesse momento que paramos de buscar o milagre porque entendemos que o milagre somos nós. Entendemos que nem sempre o mar vai estar calmo e que o sobrenatural pode não estar mais em ver Jesus na proa acalmando os ventos ou andando por sobre as águas ou apenas dormindo; o sobrenatural está em confiar  e ir mesmo com o barco aparentando querer afundar, e crendo que se isso acontecer, Cristo nos fará andar por sobre o mar e que nós, apesar da tempestade, podemos descansar nEle, porque Jesus não está mais na proa, nas águas ou dormindo, Cristo está em nós.

 
Foto autoral. Porto de Puta del Este, Uruguai.
[A partir de um vídeo que assisti, algumas coisas que li, comecei a refletir a cerca de quando Deus parece calar, mas a verdade é que Ele está em toda sua obra, e nós somos parte dela. Às vezes buscamos em tantos lugares, mas esquecemos de buscar dentro de nós, porque se dermos lugar a Ele, em nós Ele faz morada. Procuramos Jesus no sobrenatural e esquecemos que somos o maior milagre. Espero que essa mensagem cheguem aos corações de cada um de vocês que lerem. Fiquem na paz do Senhor. Um abração. ]
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